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Andréa AlvesNutrição Integrativa

Área de atuação

Seletividade Alimentar e TEA

Seletividade alimentar não é birra. É perfil sensorial, previsibilidade e segurança — e se trabalha com estratégia, não com pressão.

Falar sobre este atendimento

O que é

Entendendo o cenário

Muitas famílias chegam ao consultório depois de meses de refeições tensas: o prato que volta intacto, a lista de alimentos que só diminui, a preocupação com nutrientes e a culpa que sobra para todo mundo. A seletividade alimentar no autismo tem raízes sensoriais, motoras, gastrointestinais e comportamentais — e cada uma dessas frentes pede uma abordagem diferente.

O trabalho começa mapeando o repertório atual, as texturas, temperaturas, cores e cheiros aceitos e recusados, e o contexto das refeições. A partir daí, a ampliação acontece por aproximações sucessivas, com metas pequenas e comemoráveis, sem forçar, sem barganha e sem transformar a mesa em campo de batalha.

Para quem é indicado

Este atendimento costuma ajudar

  • Crianças e adolescentes autistas com repertório alimentar restrito
  • Famílias preocupadas com carências nutricionais e baixo ganho de peso ou estatura
  • Casos com recusa de texturas, seletividade por cor ou marca, e recusa de alimentos novos
  • Quem precisa alinhar a conduta nutricional com terapia ocupacional, fonoaudiologia e ABA

Antes de agendar

Se você não tem certeza de que esta é a área certa para o seu caso, escreva mesmo assim. É comum que a demanda inicial mude depois da primeira conversa — e direcionar bem faz parte do atendimento.

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Como conduzimos

A abordagem, na prática

Mapa do repertório

Registro detalhado do que é aceito, recusado e do que já foi aceito no passado — a base de qualquer plano realista.

Exposição sem pressão

A criança avança pela escada da aceitação no próprio ritmo; o alimento novo aparece, mas nunca é imposto.

Encadeamento alimentar

Novos alimentos são introduzidos a partir de semelhanças com os já aceitos: mesma cor, textura, formato ou sabor.

A família no time

Pais e cuidadores recebem orientação prática sobre linguagem, ambiente e o que fazer quando a refeição não sai como o planejado.

Dúvidas comuns

Perguntas sobre este atendimento

Meu filho come menos de dez alimentos. Isso tem solução?
Repertórios muito restritos são comuns e o trabalho é possível. O caminho costuma ser gradual: primeiro estabilizar e garantir a adequação nutricional do que já é aceito, depois ampliar por etapas.
Vocês vão obrigar meu filho a comer?
Não. Pressão, barganha e chantagem tendem a aumentar a recusa e a associar a comida a estresse. A proposta é o oposto: reduzir a tensão da refeição para abrir espaço à curiosidade.
Em quanto tempo aparecem mudanças?
Cada criança tem um ritmo, e o processo depende do perfil sensorial, do histórico e da consistência em casa. Por isso o acompanhamento é contínuo, com metas revisadas a cada retorno.

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Vamos cuidar disso com calma e estratégia

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