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Andréa AlvesNutrição Integrativa

Área de atuação

TDAH e Nutrição

Comer em intervalos irregulares, esquecer refeições, perder o apetite com o estimulante: a rotina alimentar no TDAH pede um plano que caiba na desregulação.

Falar sobre este atendimento

O que é

Entendendo o cenário

No TDAH, a alimentação raramente é só uma questão de escolha. Interocepção reduzida (a dificuldade de perceber fome e saciedade), hiperfoco que atravessa o horário do almoço, impulsividade com alimentos ultraprocessados e redução de apetite pelo uso de psicoestimulantes formam um conjunto que atrapalha o dia inteiro.

O acompanhamento organiza a rotina alimentar em torno da janela em que o apetite existe, ajusta a densidade nutricional das refeições possíveis e investiga pontos que impactam atenção, humor e sono — sem prometer substituir o tratamento clínico, e sempre em diálogo com a equipe que acompanha o caso.

Para quem é indicado

Este atendimento costuma ajudar

  • Crianças e adolescentes com TDAH e queda de apetite pela medicação
  • Adultos com rotina alimentar irregular, pular refeições e beliscar à noite
  • Famílias que convivem com hiperfoco, esquecimento de refeições e sono desregulado
  • Quem quer avaliar adequação de nutrientes relevantes para atenção e humor

Antes de agendar

Se você não tem certeza de que esta é a área certa para o seu caso, escreva mesmo assim. É comum que a demanda inicial mude depois da primeira conversa — e direcionar bem faz parte do atendimento.

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Como conduzimos

A abordagem, na prática

Rotina possível, não ideal

Em vez de seis refeições que ninguém cumpre, construímos uma estrutura viável e com lembretes que funcionam para quem tem TDAH.

Densidade nutricional na janela certa

Quando o apetite é curto, cada refeição precisa render mais. As escolhas são ajustadas ao horário em que a fome aparece.

Atenção ao sono

Horário da última refeição, cafeína e composição do jantar entram na conversa porque afetam diretamente o dia seguinte.

Integração com a equipe

O plano nutricional é construído para somar ao acompanhamento médico e terapêutico, nunca para substituí-lo.

Dúvidas comuns

Perguntas sobre este atendimento

Existe dieta que trate o TDAH?
Não. Nenhuma alimentação substitui o tratamento indicado pelo profissional que acompanha o caso. O que a nutrição faz é dar suporte: organizar a rotina alimentar, corrigir inadequações e cuidar de fatores que influenciam sono, disposição e regulação.
Meu filho não come depois do remédio. O que fazer?
É uma queixa muito frequente. A estratégia costuma envolver reorganizar os horários das refeições em torno da janela de apetite e aumentar a densidade nutricional do que é aceito nesse intervalo.
Adulto com TDAH também é atendido?
Sim. O atendimento contempla adultos, com atenção especial a rotina irregular, compulsões noturnas e alimentação sob sobrecarga.

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